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	<title>Startup.Net &#187; B2B</title>
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	<description>Um blog sobre empreendedorismo digital.</description>
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		<title>Ninui: pr&#234;mio Rio Info em redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ninui, startup paulista que reúne brechós e antiquários de todo o país, foi escolhida pela comissão julgadora do Premio Rio Info como a melhor solução de tecnologia da informação na categoria de redes sociais.
Lançada há oito meses durante o evento Campus Party em São Paulo, a empresa conta com a adesão de 560 lojas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-267" title="Ninui" src="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2009/09/imagem5300x252_thumb1.png" alt="Ninui" width="244" height="196" />A Ninui, startup paulista que reúne brechós e antiquários de todo o país, foi escolhida pela comissão julgadora do Premio Rio Info como a melhor solução de tecnologia da informação na categoria de redes sociais.</p>
<p>Lançada há oito meses durante o evento Campus Party em São Paulo, a empresa conta com a adesão de 560 lojas e oferece ao público mais de 4.200 produtos vindos de diversos nichos de mercado.</p>
<p>As tecnologias de integração disponibilizadas pela Ninui podem ser utilizadas e aplicadas gratuitamente por todos os usuários.</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p>Com investimentos iniciais de R$ 80 mil, provenientes de financiamento da Caixa Econômica, a Ninui tornou-se uma plataforma de venda para brechós e antiquários de todo o país.</p>
<p><span id="more-157"></span></p>
<p>Prestes a completar três meses de funcionamento, o portal comemora o cadastro de mais de 340 lojas.</p>
<p>&#8220;Nosso plano de negócios prevê para o ano de 2009 o número de três mil usuários vendedores e 20 mil compradores participando do portal&#8221;, afirma a produtora executiva Karina Rehavia, fundadora da startup paulista.</p>
<p>Segundo ela, o site disponibiliza lojas gratuitas e toda a infraestrutura necessária para o vendedor. &#8220;Para o comprador, garantimos segurança”, afirma a sócia-diretora que, em parceria com o jornalista Roberto Andrade, apresentou a empresa a investidores na Campus Party.</p>
<p>Karina afirma que a ideia já recebeu convites de investidores para firmar parcerias &#8220;de curto e médio prazo&#8221;, entre eles investidores, analistas e especialistas do ramo.</p>
<p>Especializado em identificar segmentos específicos de mercados onde milhares de pequenos produtores e consumidores concretizam negócios, o portal iniciou suas atividades com os nichos de produtos &#8220;Feitos à Mão&#8221; e &#8220;Brechós&#8221;, cada um com dezenas de categorias próprias.</p>
<p>Segundo seus idealizadores, o diferencial da Ninui em relação a outros portais de compra e venda pela internet, além do foco em nichos de mercado, é a possibilidade de cada pessoa ou empresa montar de graça uma loja própria, onde pode publicar fotos, informações detalhadas, preço e forma de envio dos produtos que deseja vender.</p>
<p>O serviço, segundo Karina, foi idealizado dentro dos princípios mais abrangentes da web 2.0 e reúne uma série de canais informativos, com acesso livre, como blog, Twitter, YouTube, Flickr, Facebook e Videolog.</p>
<p>&#8220;Nossa estratégia de atendimento e expansão prevê uma série de ações de relacionamento com os usuários do portal através de canais e comunidades posicionados nas principais redes socias&#8221;, completa.</p>
<p>Apesar de não divulgar perspectivas financeiras, a empresa parece estar no caminho certo. Na semana passada, Roberto Andrade encerrou suas atividades como Diretor de Comunicação e Marketing da Futura Networks na América Latina para se dedicar à Direção Executiva da Ninui.</p>
<p><strong>Showcase</strong></p>
<p>Confira entrevista com a empreendedora do Ninui no showcase.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.baguete.com.br/" target="_blank">Baguete</a></p>
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		<title>Oportunidades de neg&#243;cio na Internet</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 15:05:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.
A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.</p>
<p>A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O Brasil aparece em 42º lugar no ranking mundial, tendo como diferencial um dos melhores cenários macroeconômicos e de oportunidades de negócios do mundo, pouco alterado diante da turbulência financeira.<span id="more-113"></span></p>
<p>Essa situação é sustentada pelo fato de o Brasil ser um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de um modo geral. “Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à Internet banda larga – devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo – é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.</p>
<p>Dentre os latino-americanos, o Brasil aparece no ranking abaixo do Chile (30º lugar na listagem mundial) e do México (40º). Já entre os países do BRIC, o Brasil está na liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce. A Dinamarca é a líder global com maior presença da economia on-line e o uso de serviços públicos via Internet. E os Estados Unidos, por sua vez, que em 2008 ocupava a 1ª posição, passou para 5ª colocação neste ano</p>
<p>A pontuação E-readiness é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na Internet. São analisados fatores como educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais. A pesquisa, elaborada desde 2000, é baseada em mais de 100 diferentes critérios agrupados em seis categorias: conectividade e infraestrutura de tecnologia; política e visão governamental; adoção dos consumidores e empresas às novas tecnologias e ambiente de negócios, cultural e social e legal.</p>
<p>Autor: Ricardo Gomez<br />
Fonte: <a href="http://www.clientesa.com.br/estatisticas/default.asp?pag=matintegra&amp;amp;matID=36486" target="_blank">ClienteSA</a></p>
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		<title>Pequena empresa é o novo nicho da Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 15:49:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar do movimentado e incerto cenário de crise econômica que ameaça o setor de tecnologia no País, empresas especializadas em Internet encontraram um novo nicho de negócios que deve ajudá-las a enfrentar este período difícil &#8211; a criação de plataformas tecnológicas para inserir pequenas e médias empresas no mundo do comércio eletrônico. De olho nisso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do movimentado e incerto cenário de crise econômica que ameaça o setor de tecnologia no País, empresas especializadas em Internet encontraram um novo nicho de negócios que deve ajudá-las a enfrentar este período difícil &#8211; a criação de plataformas tecnológicas para inserir pequenas e médias empresas no mundo do comércio eletrônico. De olho nisso, o Universo Online (<a href="http://www.uol.com.br">UOL</a>) e a <a href="http://www.locaweb.com.br">Locaweb</a> lançaram, há pouco mais de um mês, ferramentas específicas para este tipo de empresas e já conquistaram, juntas, mais de 2.000 cadastros de lojistas que colocaram suas empresas no universo virtual. O <a href="http://www.google.com.br">Google</a> e <a href="http://www.buscape.com.br">Buscapé</a>, especializados em busca de conteúdo na web, ficaram encarregados de dar visibilidade a esses lojistas.<span id="more-109"></span></p>
<p>A entrada de pequenas e médias empresas no varejo virtual é incentivada pela Associação Comercial de São Paulo (<a href="http://www.acsp.com.br">ACSP</a>) e também pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que funcionam como uma porta de acesso a esse público. Em parceria, elas promovem seminários voltados especificamente a esse nicho empresarial, indicando quem eles podem procurar para criar sua empresa na web de forma simples e de pouco investimento.</p>
<p>Os pequenos e médios empresários passaram a enxergar na Internet uma forma de lucrar mais, já que a crise deve forçar o consumidor a ser mais seletivo e pesquisar melhores preços, prática que pode ser facilitada com ao auxílio da rede. Segundo dados do Relatório WebShoppers, análise elaborada pelo e-bit, mais de 11,5 milhões de pessoas já compraram pela Internet no Brasil.</p>
<p>A <a href="www.UOLHOST.com.br/loja-virtual/">Loja Virtual</a>, solução do UOL específica para pequenas e médias empresas, é um site pré-formatado que ganha a cara do cliente por uma mensalidade de R$ 49. O pacote oferece ao lojista o domínio do seu site, hospedagem e endereço de e-mail profissional, além da ferramenta Pag Seguro para pagamento on-line.</p>
<p>Renato Weiner, diretor de Produtos e Serviços do UOL, explica que o objetivo da solução é fazer com que esses pequenos empresários possam entrar no mercado virtual sem burocracia, o que antes não era possível. “A nossa solução oferece toda a tecnologia e segurança que um pequeno ou médio empresário precisa para vender pela Internet, por um preço acessível”, diz.</p>
<p>Weiner explica que o <a href="http://PagSeguro.UOL.com.br">Pag Seguro</a> é uma ferramenta desenvolvida para intermediar as transações entre os lojistas e os consumidores, para que ela seja segura e tenha menor possibilidade de fraudes, além de isentar o varejista da responsabilidade de firmar contratos com empresas de cartão de crédito, obrigação que antes afugentava o pequeno varejista do comércio via Internet.</p>
<p>“Nós negociamos diretamente com as companhias de cartão de crédito para facilitar a vida do pequeno varejista” , argumenta. O executivo conta que o lojista precisa pagar uma taxa que varia de 1,9% a 6,4%, no Pag Seguro, com base no valor da compra e no tipo de pagamento (cartão de crédito, débito ou boleto). “Em um mês, já conquistamos cerca de 500 lojas virtuais. A previsão é de que sejam mais de cinco mil lojas neste ano”, completa Weiner.</p>
<p>A Locaweb, empresa especializada na criação e hospedagem de websites, lançou uma ferramenta semelhante a do UOL chamada <a href="http://Locaweb.com.br/LojaPronta">Loja Pronta</a>, com o diferencial de ser gratuita. A plataforma também oferece um layout pré-formatado, que pode receber a personalização da loja do cliente, incluindo a ferramenta Pagamento Certo, que possibilita ao lojista oferecer pagamento on-line em sua página na Internet.</p>
<p>A ferramenta para pagamento on-line também é gratuita, mas o lojista deve arcar com uma taxa de 4,5% por valor de transação realizada no site. “Vimos que esses pequenos empresários precisavam de um profissional para orientá-los. Decidimos tornar o manuseio mais fácil e simples. Já conquistamos cerca de 1.500 cadastros de lojas em nosso site”, explicou Reinaldo Santos, gerente de Comércio Eletrônico da Locaweb.</p>
<p><strong>Publicidade</strong></p>
<p>Já o Google, gigante desenvolvedor de plataformas tecnológicas, também é parceiro da Associação Comercial de São Paulo e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, e disponibiliza aos pequenos entrantes do comércio eletrônico a ferramenta Google Adwords, para que essas empresas recém-chegadas ao mercado virtual possam aparecer nas buscas do Google como links patrocinados. “Depois que eles [os empresários] criam o próprio site, ensinamos como devem fazer para se promover. Com essa ferramenta eles têm a oportunidade de competir com os grandes concorrentes, o que antes era muito difícil”, explica Michel Sciama, gerente de Adwords do Google, que tem 90% de sua receita gerada pelos links patrocinados.</p>
<p>O executivo afirma que o formato criado atende exatamente ao orçamento dos pequenos empresários, já que o pagamento é realizado sob medida em formato de créditos. “Os lojistas compram uma série de palavras [em formato de anúncio] e só pagam quando a palavra é clicada”, explica Sciama, que compara o pagamento com crédito pré-pago de celular. A taxa de cadastro para ter acesso à ferramenta é de R$ 20 e depois o cliente paga apenas por palavra no anúncio, como por exemplo “Flores em São Paulo”.</p>
<p>O Buscapé, que tem 62 milhões de usuários cadastrados, também trabalha para dar visibilidade aos pequenos e médios varejistas que acabaram de entrar no mundo virtual. O sistema de cobrança é semelhante ao do Google, e é realizado por número de palavras e por visitas que o site do lojista cadastrado recebe. “Sempre demos espaço para os pequenos e médios varejistas, pois são um grande público a ser explorado. Com um custo baixo, que gira em torno de R$ 100, o varejista pode aparecer listado na busca do Buscapé junto a grandes marcas como Ponto Frio, Extra e Americanas”, afirma Rodrigo Borges, diretor de Produto do Buscapé.</p>
<p>O executivo explica que, além do Buscapé, existe o Que Barato, que também é gratuito e pode atender a lojistas que não têm seu próprio website. O Que Barato oferece a ferramenta Pagamento Digital para possibilitar o pagamento on-line. “O custo é de 6,5% em cima do valor transacionado. Se o lojista tem um produto e quer vender pela Internet mas não tem contrato com operadoras de cartão de crédito, não entende de Internet, não quer ou não pode investir na compra de uma loja on-line, pode cadastrar seu produto no Que Barato e receber pedidos de pessoas que acessam nosso site”, explica Borges.</p>
<p>Empresas de hospedagem de sites como Universo Online (UOL) e Locaweb lançaram ferramentas específicas para pequenos e médios varejistas interessados no e-commerce.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&amp;id_noticia=275318">DCI</a></p>
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		<title>Pequenas Empresas Aproveitam A Boa Fase Para Investir Em Lojas Virtuais</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 15:39:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Alheio a crise econômica mundial, o comércio eletrônico brasileiro fechou a ano de 2008 com um balanço positivo, apresentando um crescimento de 30%, segundo dados do portal e-bit. Para Pedro Guasti, diretor do portal e responsável pelo relatório, o consumidor passou a escolher a opção mais inteligente para as compras. “A internet é um meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alheio a crise econômica mundial, o comércio eletrônico brasileiro fechou a ano de 2008 com um balanço positivo, apresentando um crescimento de 30%, segundo dados do portal e-bit. Para Pedro Guasti, diretor do portal e responsável pelo relatório, o consumidor passou a escolher a opção mais inteligente para as compras. “A internet é um meio que oferece diversos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros”.<span id="more-107"></span></p>
<p>Com o crescimento do comércio eletrônico em alta, as micros e pequenas empresas estão buscando se informar sobre o segmento das lojas virtuais. “Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.</p>
<p>A citação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP &#8211; Associação Comercial de São Paulo, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, tem como objetivo promover eventos que abordem os aspectos importantes do e-commerce para os micro e pequenos empresários que tenham interesse em entrar no segmento e desconheçam a ferramenta. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.</p>
<p>O projeto é de iniciativa da ACSP em parceria com a Camara-e.net. De acordo com os dados a Camera-e net estima-se que até 2010 as empresas consideradas de pequeno porte representam 30% das lojas virtuais movimentando cerca de R$15,4 bilhões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ecommerce.tv.br/pequenas-empresas-aproveitam-a-boa-fase-para-investir-em-lojas-virtuais/">Ecommerce</a></p>
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		<title>Empreendedorismo na web</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 12:20:10 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet representa um promissor campo de atuação para os empreendedores. Como os negócios on-line são relativamente recentes, as pequenas empresas vêem na Web a oportunidade ganhar muito com pouco investimento. A pequena necessidade de infra-estrutura é outro atrativo dos negócios virtuais, que aproveitam ainda para explorar segmentos bem específicos que não são atendidos pelas grandes empresas.</p>
<p>Nesse campo, empresários com uma boa visão têm uma excelente oportunidade de negócio. Enquanto o maior varejista da Internet brasileira vende centenas de milhares de itens diferentes e exige uma enorme logística, para um pequeno negócio, o investimento em apenas uma linha de produtos gera um índice de lucratividade maior em decorrência do foco em produtos e públicos bem delineados. Uma alternativa que promete render muito mais do que o mercado tradicional.</p>
<p>&#8220;Uma das vantagens da Internet é permitir que qualquer pessoa, mesmo com poucos recursos, possa se tornar empresário. Só é preciso ter força de vontade, responsabilidade e conhecer seus direitos e deveres como fornecedor&#8221;, afirma Michel Pierre, diretor da loja virtual Stopplay.</p>
<p>O e-commerce tem números extremamente favoráveis. Mais de três milhões de pessoas compram rotineiramente pela web e o faturamento cresce ano após ano. Gigantes da Rede começaram como pequenas lojas virtuais como é o caso da Amazon, do Magazine Luiza, do Bondfaro e da loja virtual Stopplay. Eles começaram os negócios com boas idéias e simplicidade e hoje são referência no comércio virtual.</p>
<p>&#8220;Eu já tinha as informações necessárias para que não desse errado, mas hoje entendo que não basta saber o que fazer. É preciso estar sempre preparado para imprevistos. A coragem nos leva a tomarmos uma iniciativa que, conseqüentemente, pede uma atitude. Para alcançar o objetivo, precisaremos de determinação e perseverança&#8221;, explica Michel, que começou com uma empresa de telemarketing em 2003, em Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>O crescimento rápido veio com a oferta de produtos a preços competitivos, beneficiados pela economia de gastos na logística das empresas virtuais. Hoje, o principal investimento da Stopplay é o atendimento ao cliente. &#8220;Nosso único contato `pessoal` é pelo telefone, então treinamos nossos funcionários para buscar soluções com educação e simpatia sempre que somos procurados&#8221;, conclui ele.</p>
<p>Para garantir o sucesso, Michel Pierre contou ainda com a consultoria da agência Limonada Virtual, especializada em marketing de performance. &#8220;Nosso trabalho é mostrar o produto do cliente dando dicas sobre como aparecer melhor, em quais canais é interessante se divulgar e como empregar bem as verbas de divulgação e aproveitar recursos gratuitos disponíveis na web&#8221;, explica Sergio Lima, diretor da agência.</p>
<p>Autor: Fábio Cavalcante<br />
Fonte: <a title="Imasters" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/10933/tendencias/empreendedorismo_na_web/" target="_self">Imasters</a></p>
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