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	<title>Startup.Net &#187; B2B</title>
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	<description>Um blog sobre empreendedorismo digital.</description>
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		<title>2Pay: Aceite cartões de crédito e débito no seu celular</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Startups]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizar pagamentos com cartões de crédito e débito através de um telefone celular? Com o 2Pay isso não é mais um sonho, é realidade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="2Pay: Aceite cartões de crédito e débito no seu celular" href="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/11/2pay.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-691" title="2pay" src="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/11/2pay.jpg" alt="2pay" width="221" height="225" /></a>Quer expandir o seus negócios, dando a seus clientes uma gama ainda maior de opções de pagamento? Está insatisfeito com o valor de compra de um terminal POS e as altíssimas taxas cobradas pelas operadoras? O serviço <a href="http://2pay.us/">2Pay</a> é a solução para os seus problemas.</p>
<p>A Plano Bê, empresa brasileira focada no desenvolvimento de produtos para a indústria de meios de pagamento e saúde, acaba de disponibilizar o seu mais novo produto: 2Pay. Vale a pena salientar que este é o primeiro produto deste tipo no mercado brasileiro.</p>
<p>A cada dia fala-se mais e mais sobre a possibilidade de usar nossos telefones celulares como uma forma rápida de realizar pagamentos. Não estamos falando de aplicativos que facilitam essa tarefa (algo que já existe), mas sim de um dispositivo que acoplado ao seu celular possa ler cartões de crédito e débito de forma segura. Tudo isso é possível graças ao 2Pay, um serviço de pagamento eletrônico que permite a qualquer pessoa no Brasil realizar transações financeiras com cartões diretamente em seus iPhones.</p>
<p><span id="more-690"></span></p>
<p>Esse serviço é especialmente interessante para pequenas empresas, pequenas lojas de varejo e pessoas que realizam negócios diversificados (principalmente fora do escritório). Esse novo sistema de pagamento é dirigido a pessoas que desejam a capacidade de aceitar pagamentos através de cartões, mas não querem pagar taxas elevadas ou investir na compra de equipamentos caros para realizar transações financeiras. O 2Pay também oferece uma mobilidade muito maior em comparação com os sistemas convencionais, permitindo pagamentos com cartões de tarja magnética ou chip.</p>
<p>Grandes empresas também podem enxergar uma excelente oportunidade no sistema 2Pay. Para essas empresas as vantagens são: um custo muito baixo e um grande aumento de receita com seus vendedores podendo receber de seus cliente em qualquer lugar e a qualquer hora. Basta um dispositivo 2Pay em mãos e o crescimento de sua empresa é garantido.</p>
<p><strong>Diferenciais</strong></p>
<p>O 2Pay foi criado para ser simples, rápido e seguro. Confira alguns de seus diferenciais:</p>
<ul>
<li>Sua empresa em todos os lugares: aceite cartões de crédito e débito onde você estiver. Tudo o que você precisa é do 2Pay e um iPhone;</li>
<li>Sem mensalidades: sem mensalidades e sem surpresas. Você só paga uma taxa única por cada transação que realizar;</li>
<li>Instalação simples e rápida: conecte o dispositivo em seu iPhone e ele está pronto para receber pagamentos;</li>
<li>Suporte a EMV e tarja magnética: você pode escolher pela simplicidade dos cartões com tarja magnética ou a segurança dos cartões com chip.</li>
</ul>
<p><strong>Sobre a Plano Bê</strong></p>
<p>A <a href="http://www.planobe.com/">Plano Bê</a> tem criado diversos produtos visando melhorar a experiência de seus cliente em áreas como meios de pagamento e saúde. Nosso objetivo é conectar as inovações tecnológicas que criamos de uma forma que possa melhorar a qualidade de vida das pessoas que as utilizam.</p>
<p>Por anos, a Plano Bê tem inventado novas e melhores formas de ajudar empresas a alcançar resultados mais rapidamente, entendendo de forma única suas necessidades. Nós acreditamos que nossa equipe é o nosso maior patrimônio e queremos que sintam que o seu local de trabalho é pessoalmente estimulante, profissionalmente desafiador e financeiramente gratificante.</p>
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		<title>ASaaS – Solução simplificada para Controle de Assinaturas e Cobrança Recorrente</title>
		<link>http://startup.blogsebrae.com.br/2011/08/19/asaas-%e2%80%93-solucao-simplificada-para-controle-de-assinaturas-e-cobranca-recorrente/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 18:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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		<description><![CDATA[A Informant, empresa catarinense focada na  terceirização de P&#38;D para empresas de software, acaba de lançar o ASaaS,  sistema que permite o gerenciamento de softwares SaaS por meio do controle de  assinaturas e da geração de cobranças recorrentes de forma automática.
A solução foi criada para atender uma necessidade da própria empresa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="AsaaS" href="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/08/Logo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-651" title="Logo" src="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/08/Logo.png" alt="Logo" width="295" height="104" /></a>A <a href="http://www.informant.com.br">Informant</a>, empresa catarinense focada na  terceirização de P&amp;D para empresas de software, acaba de lançar o <a href="http://www.asaas.com.br">ASaaS</a>,  sistema que permite o gerenciamento de softwares SaaS por meio do controle de  assinaturas e da geração de cobranças recorrentes de forma automática.</p>
<p>A solução foi criada para atender uma necessidade da própria empresa, que é dona do Ágil ERP, um  software de gestão para pequenas empresas online com 600 clientes em todo o país.</p>
<p>Uma semana depois do lançamento, a novidade já foi adotada na <a href="https://organizai.com.br/">Organizaí</a>, um sistema web para que usuários organizem seus cupons de compras coletivas.</p>
<p><span id="more-635"></span></p>
<p>No dia-a-dia das empresas o ASaaS elimina as tarefas rotineiras de verificação de pagamentos, ativações, bloqueio de usuários, tudo isso graças à sua API de integração SOAP.</p>
<p>O sistema ainda possui uma área de notificações para o envio automático de e-mails para os assinantes e possibilita a cobrança tanto por cartão de crédito como através de boleto bancário.</p>
<p>“O mercado brasileiro de SaaS ainda é pequeno, porem se as tendências para SaaS se confirmarem, teremos como potenciais clientes grande parte das empresas de software do Brasil”, acredita João Zaratine, gerente do produto ASaaS.</p>
<p>Zarantine tem por meta fechar 2012 com pelo menos 20 clientes utilizando o ASaaS para gerenciar as assinaturas do seu software. O executivo aponta que os planos incluem buscar investidores, uma vez que o produto tiver uma “base considerável” de clientes pagos.</p>
<p><strong>Sobre a Empresa</strong></p>
<p>Além dos produtos <a href="http://www.asaas.com.br">ASaaS</a> e do <a href="http://www.agilerp.com.br">Ágil ERP</a> a Informant atua ainda com terceirização de pesquisa e desenvolvimento para empresas de software, atendendo 15 empresas, grupo que inclui Cadastra, Axur e Site Blindado.</p>
<p><strong>Showcase</strong></p>
<p>Para conhecer mais sobre a solução, assista um vídeo de demonstração de uma aplicação no showcase do <span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #fbee99; color: #222222;">Startup</span>.<span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #fbee99; color: #222222;">NET</span>.</p>
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		<title>BuscaPé irá se tornar sócio de quatro startups</title>
		<link>http://startup.blogsebrae.com.br/2011/08/02/buscape-ira-se-tornar-socio-de-quatro-startups/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 02:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
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		<category><![CDATA[B2B]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresas, que foram selecionadas pelo programa “Sua Ideia Vale 1 Milhão”, receberão investimento de R$ 300 mil cada uma]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_630" class="wp-caption alignleft" style="width: 338px"><a href="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/08/cheque.png"><img class="size-full wp-image-630" title="BuscaPé irá se tornar sócio de quatro startups" src="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2011/08/cheque.png" alt="cheque" width="328" height="155" /></a><p class="wp-caption-text">BuscaPé irá se tornar sócio de quatro startups</p></div>
<p>O site de comparação de preços BuscaPé anunciou ontem (1/8) as quatro empresas selecionadas no programa “Sua Ideia Vale 1 Milhão”. Com esse concurso, o site buscava um negócio ou projeto em que pudesse aportar R$ 300 mil e do qual se tornaria sócio. A empresa precisaria atuar nas áreas de social commerce e mobile commerce.</p>
<p>Depois de analisar mais de 800 projetos, que envolveram 2.500 empreendedores, e chegar a nove finalistas, os jurados escolheram quatro empresas: Urbanizo, Meu Carrinho, HotMart e Anuncie Lá. O BuscaPé irá assumir a participação de 30% de cada negócio, avaliando cada um em R$ 1 milhão. “O mundo não funciona sem o jovem universitário empreendedor”, afirmou Romero Rodrigues, presidente do BuscaPé. “E, mesmo que tenhamos escolhido apenas quatro, vamos ser um amplificador para todas as outras ideias finalistas.”</p>
<p><span id="more-628"></span></p>
<p>Para Rodrigues, muitos dos projetos que não foram selecionados ainda precisavam de um plano de negócio mais detalhado. “Ainda assim, todos os grupos mostraram um engajamento grande, sendo que antes os jovens empreendedores eram mais temerosos”, disse. Rodrigues confirmou a realização do programa novamente no próximo ano.</p>
<p><strong>Confira abaixo os resumos dos projetos vencedores: </strong></p>
<p>O <a href="http://urbanizo.com/">Urbanizo</a> tem como modelo de negócios a precificação do metro quadrado urbano para facilitar a tomada de decisão de compra e venda, atuando como um avaliador, consultor e gerenciador do mercado urbano. O aplicativo está em fase de teste. A receita será gerada a partir da publicidade resultante da interação do usuário no site, além da venda de versões premium para imobiliárias e investidores.</p>
<p>O <a href="http://www.meucarrinho.com.br/">Meu Carrinho</a> é um aplicativo para celular e web que mostra ao consumidor qual supermercado oferece o melhor preço para sua lista de compras. O aplicativo disponibiliza um código de barras para a realização de pesquisa de preços e qualidade dos produtos no supermercado. Desenvolvido por enquanto para plataforma Android, mas previsto para rodar também em iPad, o site já funciona com uma base de 70 mil códigos de barras de produtos cadastrados, que é alimentada pela leitura diária de 40 mil preços de supermercados na web. Sua capitalização está baseada na publicidade gerada pelos cliques em anúncios e na venda de posições de destaque na busca por produtos.</p>
<p>O <a href="http://www.hotmart.com.br/">HotMart</a> é uma plataforma que disponibiliza infraestrutura para operação e distribuição de conteúdo digital, a fim de alavancar as vendas de produtores de conteúdo. A empresa oferece armazenamento seguro, controle de acesso ao conteúdo, processamento de pagamento, páginas de venda e entrega automática do conteúdo para o comprador final. O site já está no ar e sua geração de receita vem da cobrança de tarifa por transação. Há também a possibilidade de assinatura de contas Premium, com serviços agregados e customizados.</p>
<p>O <a href="http://anuncie.la/">Anuncie Lá</a> é um mercado virtual social que permite, sem intermediação, conhecer o perfil de quem vende e de quem compra. Totalmente integrado com as redes sociais, sua missão é ajudar a conectar vendedores e compradores dentro de um ambiente conhecido, em que as transações não são interceptadas nem comissionadas, diminuindo os riscos nas negociações e aumentando a lealdade dos compradores aos bons vendedores. Uma primeira versão já está no ar e sua capitalização virá da venda dos anúncios e de plataformas especiais para vendedores profissionais e regulares.</p>
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		<title>Ninui: pr&#234;mio Rio Info em redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ninui, startup paulista que reúne brechós e antiquários de todo o país, foi escolhida pela comissão julgadora do Premio Rio Info como a melhor solução de tecnologia da informação na categoria de redes sociais.
Lançada há oito meses durante o evento Campus Party em São Paulo, a empresa conta com a adesão de 560 lojas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-267" title="Ninui" src="http://startup.blogsebrae.com.br/files/2009/09/imagem5300x252_thumb1.png" alt="Ninui" width="244" height="196" />A Ninui, startup paulista que reúne brechós e antiquários de todo o país, foi escolhida pela comissão julgadora do Premio Rio Info como a melhor solução de tecnologia da informação na categoria de redes sociais.</p>
<p>Lançada há oito meses durante o evento Campus Party em São Paulo, a empresa conta com a adesão de 560 lojas e oferece ao público mais de 4.200 produtos vindos de diversos nichos de mercado.</p>
<p>As tecnologias de integração disponibilizadas pela Ninui podem ser utilizadas e aplicadas gratuitamente por todos os usuários.</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p>Com investimentos iniciais de R$ 80 mil, provenientes de financiamento da Caixa Econômica, a Ninui tornou-se uma plataforma de venda para brechós e antiquários de todo o país.</p>
<p><span id="more-157"></span></p>
<p>Prestes a completar três meses de funcionamento, o portal comemora o cadastro de mais de 340 lojas.</p>
<p>&#8220;Nosso plano de negócios prevê para o ano de 2009 o número de três mil usuários vendedores e 20 mil compradores participando do portal&#8221;, afirma a produtora executiva Karina Rehavia, fundadora da startup paulista.</p>
<p>Segundo ela, o site disponibiliza lojas gratuitas e toda a infraestrutura necessária para o vendedor. &#8220;Para o comprador, garantimos segurança”, afirma a sócia-diretora que, em parceria com o jornalista Roberto Andrade, apresentou a empresa a investidores na Campus Party.</p>
<p>Karina afirma que a ideia já recebeu convites de investidores para firmar parcerias &#8220;de curto e médio prazo&#8221;, entre eles investidores, analistas e especialistas do ramo.</p>
<p>Especializado em identificar segmentos específicos de mercados onde milhares de pequenos produtores e consumidores concretizam negócios, o portal iniciou suas atividades com os nichos de produtos &#8220;Feitos à Mão&#8221; e &#8220;Brechós&#8221;, cada um com dezenas de categorias próprias.</p>
<p>Segundo seus idealizadores, o diferencial da Ninui em relação a outros portais de compra e venda pela internet, além do foco em nichos de mercado, é a possibilidade de cada pessoa ou empresa montar de graça uma loja própria, onde pode publicar fotos, informações detalhadas, preço e forma de envio dos produtos que deseja vender.</p>
<p>O serviço, segundo Karina, foi idealizado dentro dos princípios mais abrangentes da web 2.0 e reúne uma série de canais informativos, com acesso livre, como blog, Twitter, YouTube, Flickr, Facebook e Videolog.</p>
<p>&#8220;Nossa estratégia de atendimento e expansão prevê uma série de ações de relacionamento com os usuários do portal através de canais e comunidades posicionados nas principais redes socias&#8221;, completa.</p>
<p>Apesar de não divulgar perspectivas financeiras, a empresa parece estar no caminho certo. Na semana passada, Roberto Andrade encerrou suas atividades como Diretor de Comunicação e Marketing da Futura Networks na América Latina para se dedicar à Direção Executiva da Ninui.</p>
<p><strong>Showcase</strong></p>
<p>Confira entrevista com a empreendedora do Ninui no showcase.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.baguete.com.br/" target="_blank">Baguete</a></p>
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		</item>
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		<title>Oportunidades de neg&#243;cio na Internet</title>
		<link>http://startup.blogsebrae.com.br/2009/07/11/oportunidades-de-negcio-na-internet/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 15:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.
A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.</p>
<p>A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O Brasil aparece em 42º lugar no ranking mundial, tendo como diferencial um dos melhores cenários macroeconômicos e de oportunidades de negócios do mundo, pouco alterado diante da turbulência financeira.<span id="more-113"></span></p>
<p>Essa situação é sustentada pelo fato de o Brasil ser um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de um modo geral. “Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à Internet banda larga – devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo – é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.</p>
<p>Dentre os latino-americanos, o Brasil aparece no ranking abaixo do Chile (30º lugar na listagem mundial) e do México (40º). Já entre os países do BRIC, o Brasil está na liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce. A Dinamarca é a líder global com maior presença da economia on-line e o uso de serviços públicos via Internet. E os Estados Unidos, por sua vez, que em 2008 ocupava a 1ª posição, passou para 5ª colocação neste ano</p>
<p>A pontuação E-readiness é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na Internet. São analisados fatores como educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais. A pesquisa, elaborada desde 2000, é baseada em mais de 100 diferentes critérios agrupados em seis categorias: conectividade e infraestrutura de tecnologia; política e visão governamental; adoção dos consumidores e empresas às novas tecnologias e ambiente de negócios, cultural e social e legal.</p>
<p>Autor: Ricardo Gomez<br />
Fonte: <a href="http://www.clientesa.com.br/estatisticas/default.asp?pag=matintegra&amp;amp;matID=36486" target="_blank">ClienteSA</a></p>
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		<title>Pequena empresa é o novo nicho da Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 15:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do movimentado e incerto cenário de crise econômica que ameaça o setor de tecnologia no País, empresas especializadas em Internet encontraram um novo nicho de negócios que deve ajudá-las a enfrentar este período difícil &#8211; a criação de plataformas tecnológicas para inserir pequenas e médias empresas no mundo do comércio eletrônico. De olho nisso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do movimentado e incerto cenário de crise econômica que ameaça o setor de tecnologia no País, empresas especializadas em Internet encontraram um novo nicho de negócios que deve ajudá-las a enfrentar este período difícil &#8211; a criação de plataformas tecnológicas para inserir pequenas e médias empresas no mundo do comércio eletrônico. De olho nisso, o Universo Online (<a href="http://www.uol.com.br">UOL</a>) e a <a href="http://www.locaweb.com.br">Locaweb</a> lançaram, há pouco mais de um mês, ferramentas específicas para este tipo de empresas e já conquistaram, juntas, mais de 2.000 cadastros de lojistas que colocaram suas empresas no universo virtual. O <a href="http://www.google.com.br">Google</a> e <a href="http://www.buscape.com.br">Buscapé</a>, especializados em busca de conteúdo na web, ficaram encarregados de dar visibilidade a esses lojistas.<span id="more-109"></span></p>
<p>A entrada de pequenas e médias empresas no varejo virtual é incentivada pela Associação Comercial de São Paulo (<a href="http://www.acsp.com.br">ACSP</a>) e também pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que funcionam como uma porta de acesso a esse público. Em parceria, elas promovem seminários voltados especificamente a esse nicho empresarial, indicando quem eles podem procurar para criar sua empresa na web de forma simples e de pouco investimento.</p>
<p>Os pequenos e médios empresários passaram a enxergar na Internet uma forma de lucrar mais, já que a crise deve forçar o consumidor a ser mais seletivo e pesquisar melhores preços, prática que pode ser facilitada com ao auxílio da rede. Segundo dados do Relatório WebShoppers, análise elaborada pelo e-bit, mais de 11,5 milhões de pessoas já compraram pela Internet no Brasil.</p>
<p>A <a href="www.UOLHOST.com.br/loja-virtual/">Loja Virtual</a>, solução do UOL específica para pequenas e médias empresas, é um site pré-formatado que ganha a cara do cliente por uma mensalidade de R$ 49. O pacote oferece ao lojista o domínio do seu site, hospedagem e endereço de e-mail profissional, além da ferramenta Pag Seguro para pagamento on-line.</p>
<p>Renato Weiner, diretor de Produtos e Serviços do UOL, explica que o objetivo da solução é fazer com que esses pequenos empresários possam entrar no mercado virtual sem burocracia, o que antes não era possível. “A nossa solução oferece toda a tecnologia e segurança que um pequeno ou médio empresário precisa para vender pela Internet, por um preço acessível”, diz.</p>
<p>Weiner explica que o <a href="http://PagSeguro.UOL.com.br">Pag Seguro</a> é uma ferramenta desenvolvida para intermediar as transações entre os lojistas e os consumidores, para que ela seja segura e tenha menor possibilidade de fraudes, além de isentar o varejista da responsabilidade de firmar contratos com empresas de cartão de crédito, obrigação que antes afugentava o pequeno varejista do comércio via Internet.</p>
<p>“Nós negociamos diretamente com as companhias de cartão de crédito para facilitar a vida do pequeno varejista” , argumenta. O executivo conta que o lojista precisa pagar uma taxa que varia de 1,9% a 6,4%, no Pag Seguro, com base no valor da compra e no tipo de pagamento (cartão de crédito, débito ou boleto). “Em um mês, já conquistamos cerca de 500 lojas virtuais. A previsão é de que sejam mais de cinco mil lojas neste ano”, completa Weiner.</p>
<p>A Locaweb, empresa especializada na criação e hospedagem de websites, lançou uma ferramenta semelhante a do UOL chamada <a href="http://Locaweb.com.br/LojaPronta">Loja Pronta</a>, com o diferencial de ser gratuita. A plataforma também oferece um layout pré-formatado, que pode receber a personalização da loja do cliente, incluindo a ferramenta Pagamento Certo, que possibilita ao lojista oferecer pagamento on-line em sua página na Internet.</p>
<p>A ferramenta para pagamento on-line também é gratuita, mas o lojista deve arcar com uma taxa de 4,5% por valor de transação realizada no site. “Vimos que esses pequenos empresários precisavam de um profissional para orientá-los. Decidimos tornar o manuseio mais fácil e simples. Já conquistamos cerca de 1.500 cadastros de lojas em nosso site”, explicou Reinaldo Santos, gerente de Comércio Eletrônico da Locaweb.</p>
<p><strong>Publicidade</strong></p>
<p>Já o Google, gigante desenvolvedor de plataformas tecnológicas, também é parceiro da Associação Comercial de São Paulo e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, e disponibiliza aos pequenos entrantes do comércio eletrônico a ferramenta Google Adwords, para que essas empresas recém-chegadas ao mercado virtual possam aparecer nas buscas do Google como links patrocinados. “Depois que eles [os empresários] criam o próprio site, ensinamos como devem fazer para se promover. Com essa ferramenta eles têm a oportunidade de competir com os grandes concorrentes, o que antes era muito difícil”, explica Michel Sciama, gerente de Adwords do Google, que tem 90% de sua receita gerada pelos links patrocinados.</p>
<p>O executivo afirma que o formato criado atende exatamente ao orçamento dos pequenos empresários, já que o pagamento é realizado sob medida em formato de créditos. “Os lojistas compram uma série de palavras [em formato de anúncio] e só pagam quando a palavra é clicada”, explica Sciama, que compara o pagamento com crédito pré-pago de celular. A taxa de cadastro para ter acesso à ferramenta é de R$ 20 e depois o cliente paga apenas por palavra no anúncio, como por exemplo “Flores em São Paulo”.</p>
<p>O Buscapé, que tem 62 milhões de usuários cadastrados, também trabalha para dar visibilidade aos pequenos e médios varejistas que acabaram de entrar no mundo virtual. O sistema de cobrança é semelhante ao do Google, e é realizado por número de palavras e por visitas que o site do lojista cadastrado recebe. “Sempre demos espaço para os pequenos e médios varejistas, pois são um grande público a ser explorado. Com um custo baixo, que gira em torno de R$ 100, o varejista pode aparecer listado na busca do Buscapé junto a grandes marcas como Ponto Frio, Extra e Americanas”, afirma Rodrigo Borges, diretor de Produto do Buscapé.</p>
<p>O executivo explica que, além do Buscapé, existe o Que Barato, que também é gratuito e pode atender a lojistas que não têm seu próprio website. O Que Barato oferece a ferramenta Pagamento Digital para possibilitar o pagamento on-line. “O custo é de 6,5% em cima do valor transacionado. Se o lojista tem um produto e quer vender pela Internet mas não tem contrato com operadoras de cartão de crédito, não entende de Internet, não quer ou não pode investir na compra de uma loja on-line, pode cadastrar seu produto no Que Barato e receber pedidos de pessoas que acessam nosso site”, explica Borges.</p>
<p>Empresas de hospedagem de sites como Universo Online (UOL) e Locaweb lançaram ferramentas específicas para pequenos e médios varejistas interessados no e-commerce.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&amp;id_noticia=275318">DCI</a></p>
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		<title>Pequenas Empresas Aproveitam A Boa Fase Para Investir Em Lojas Virtuais</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 15:39:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Alheio a crise econômica mundial, o comércio eletrônico brasileiro fechou a ano de 2008 com um balanço positivo, apresentando um crescimento de 30%, segundo dados do portal e-bit. Para Pedro Guasti, diretor do portal e responsável pelo relatório, o consumidor passou a escolher a opção mais inteligente para as compras. “A internet é um meio que oferece diversos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros”.<span id="more-107"></span></p>
<p>Com o crescimento do comércio eletrônico em alta, as micros e pequenas empresas estão buscando se informar sobre o segmento das lojas virtuais. “Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.</p>
<p>A citação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP &#8211; Associação Comercial de São Paulo, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, tem como objetivo promover eventos que abordem os aspectos importantes do e-commerce para os micro e pequenos empresários que tenham interesse em entrar no segmento e desconheçam a ferramenta. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.</p>
<p>O projeto é de iniciativa da ACSP em parceria com a Camara-e.net. De acordo com os dados a Camera-e net estima-se que até 2010 as empresas consideradas de pequeno porte representam 30% das lojas virtuais movimentando cerca de R$15,4 bilhões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ecommerce.tv.br/pequenas-empresas-aproveitam-a-boa-fase-para-investir-em-lojas-virtuais/">Ecommerce</a></p>
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		<title>Empreendedorismo na web</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 12:20:10 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet representa um promissor campo de atuação para os empreendedores. Como os negócios on-line são relativamente recentes, as pequenas empresas vêem na Web a oportunidade ganhar muito com pouco investimento. A pequena necessidade de infra-estrutura é outro atrativo dos negócios virtuais, que aproveitam ainda para explorar segmentos bem específicos que não são atendidos pelas grandes empresas.</p>
<p>Nesse campo, empresários com uma boa visão têm uma excelente oportunidade de negócio. Enquanto o maior varejista da Internet brasileira vende centenas de milhares de itens diferentes e exige uma enorme logística, para um pequeno negócio, o investimento em apenas uma linha de produtos gera um índice de lucratividade maior em decorrência do foco em produtos e públicos bem delineados. Uma alternativa que promete render muito mais do que o mercado tradicional.</p>
<p>&#8220;Uma das vantagens da Internet é permitir que qualquer pessoa, mesmo com poucos recursos, possa se tornar empresário. Só é preciso ter força de vontade, responsabilidade e conhecer seus direitos e deveres como fornecedor&#8221;, afirma Michel Pierre, diretor da loja virtual Stopplay.</p>
<p>O e-commerce tem números extremamente favoráveis. Mais de três milhões de pessoas compram rotineiramente pela web e o faturamento cresce ano após ano. Gigantes da Rede começaram como pequenas lojas virtuais como é o caso da Amazon, do Magazine Luiza, do Bondfaro e da loja virtual Stopplay. Eles começaram os negócios com boas idéias e simplicidade e hoje são referência no comércio virtual.</p>
<p>&#8220;Eu já tinha as informações necessárias para que não desse errado, mas hoje entendo que não basta saber o que fazer. É preciso estar sempre preparado para imprevistos. A coragem nos leva a tomarmos uma iniciativa que, conseqüentemente, pede uma atitude. Para alcançar o objetivo, precisaremos de determinação e perseverança&#8221;, explica Michel, que começou com uma empresa de telemarketing em 2003, em Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>O crescimento rápido veio com a oferta de produtos a preços competitivos, beneficiados pela economia de gastos na logística das empresas virtuais. Hoje, o principal investimento da Stopplay é o atendimento ao cliente. &#8220;Nosso único contato `pessoal` é pelo telefone, então treinamos nossos funcionários para buscar soluções com educação e simpatia sempre que somos procurados&#8221;, conclui ele.</p>
<p>Para garantir o sucesso, Michel Pierre contou ainda com a consultoria da agência Limonada Virtual, especializada em marketing de performance. &#8220;Nosso trabalho é mostrar o produto do cliente dando dicas sobre como aparecer melhor, em quais canais é interessante se divulgar e como empregar bem as verbas de divulgação e aproveitar recursos gratuitos disponíveis na web&#8221;, explica Sergio Lima, diretor da agência.</p>
<p>Autor: Fábio Cavalcante<br />
Fonte: <a title="Imasters" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/10933/tendencias/empreendedorismo_na_web/" target="_self">Imasters</a></p>
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