Cerca de 200 pessoas lotaram o The Double Seven em Florianópolis para prestigiar o evento StartUp Floripa, um encontro para fazer contatos, conhecer negócios, empreendedores, investidores, aceleradoras e incubadoras de negócios.
Além do já consagrado salão de networking, aconteceram palestras e entrevistas. Tiago Asevedo, criador do Circuito Startup abriu o evento, conversando com vários empreendedores presentes. A primeira e curta palestra da noite foi da Maria Augusta Orofino da inova@sc e bmgenBrasil. Com o tema “Por que inovar”, ela apresentou cases da Whirpool e como criar valor ao seu modelo de negócios por meio do canvas.
A segunda palestra teve como tema “Venture Capital sem Demagogia”, apresentada por Rodrigo Ventura da BZPlan (FundoSC). Carismático e propondo para que os empreendedores tenham grandes visões, Rodrigo mostrou alguns passos para chamar atenção dos Angels.
Chega a Florianópolis em 16 de abril o meetup chamado Startup Floripa, uma versão do evento que nasceu como Rio Startup e agora vai para outras capitais no esforço chamado de Circuito Startup.
O Startup Floripa é um encontro entre Empreendedores, Investidores, Incubadoras, Aceleradoras de Negócios, Mídia e interessados. Possui formato Happy Hour, facilitando e estimulando o diálogo entre um grande número de pessoas. Cada participante recebe uma identificação (nome, empresa e categoria), a partir daí, pode circular pelo salão e conversar com outras pessoas, de acordo com seu interesse. Trata-se de uma excelente oportunidade para ampliar sua rede de contatos, conhecendo pessoas com novas idéias, negócios inovadores ou mesmo investidores à procura de talentos.
Durante o evento, acontecerá o Desafio de Startups, atividade em que empreendedores poderão fazer uma apresentação rápida (de até 2 minutos) sobre seu negócio para uma banca de investidores e empresários reconhecidos. As inscrições para o Desafio de Startups também estão abertas.
O Startup Farm é um programa inédito no Brasil, cuja missão é ajudar a construir startups espetaculares, de forma inovadora, prática e vivencial em um prazo de 30 dias. Neste período, empreendedores desenvolvem suas ideias a partir da troca de experiências com os colegas e da ajuda de mentores experientes no mercado digital. Em 2011, o Programa já passou por São Paulo e Rio de Janeiro. Belo Horizonte foi a primeira cidade de 2012 e em março é a vez de Brasília receber a iniciativa.
O programa é dividido em quatro módulos, que abordam temas como processos lean, formação de equipe, estudo de mercado, modelagem de negócio, teste de conceito, elaboração de protótipo, relação com investidores e capital de risco, além da elaboração de “pitches”, que permitem aos empreendedores apresentar rapidamente seus negócios para o público e assim vender seu peixe. Tudo isso em 30 dias! Uma experiência muito intensa que exige grande dedicação.
Otimizar processos e buscar um diferencial competitivo em segmentos pouco explorados ou com grande potencial para o mercado de desenvolvimento de softwares é uma característica comum das três novas empresas incubadas do MIDI Tecnológico. PowerOpticks, Softpc e Guarda Fila ingressaram na entidade depois de terem sido selecionadas no processo seletivo da incubadora de empresas de Florianópolis (SC). A instituição, que tem como foco apoiar empresas nascentes de base tecnológica, oferece infraestrutura física, além de consultorias em diferentes áreas, treinamentos e oportunidades de negócios, financiamentos e outros benefícios.
As ofertas de diferentes consultorias despertaram o interesse dos sócios da empresa PowerOpticks. Fundada em 2011, atua no setor de energia desenvolvendo tecnologia 100% nacional, em soluções que garantem maior segurança aos operadores de redes de alta tensão. O principal produto é um transdutor eletrônico que mede a corrente e tensão de linhas de distribuição elétrica, utilizado para monitorar parâmetros de qualidade e localizar defeitos no sistema. “Acreditamos que fazer parte da incubadora nos auxiliará em diversas áreas estratégicas da empresa, como jurídica, marketing e gestão de negócios. Nós também iremos buscar maior sinergia com outras empresas incubadas”, explica o sócio Moacir Wendhausen.
A maioria das startups brasileiras começam em apartamentos de jovens empreendedores ou nos espaços de coworking – grupo de pessoas que trabalham independentes umas das outras, mas que compartilham valores e buscam a sinergia, gerando um fluxo de troca de ideias e experiências. Foi em um desses ambientes, na cidade de Florianópolis (SC), que nasceu a startup Spleeps, com o objetivo ligar em rede interessados em partidas e eventos esportivos.
Um dos fundadores da Spleeps é Bruno Barazzutti, que já criou uma Fanpage no Facebook e que agora está validando seu modelo de negócios com o público. A empresa ainda não está aberta, mas já tem muita gente interessada em participar.


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